“Por que você faz isso? Some de um hora pra outra, ou até de um minuto pro outro. Não responde minhas mensagens, nem atende minhas ligações. Eu fico louco, na verdade, eu fico puto da vida. Tenho vontade de sair gritando, dando pancada em tudo o que eu vejo pela frente. Você não tem ideia de como me deixa com saudades. De como eu enlouqueço sem você por perto. Só fico aqui esperando você, com o coração na mão. Mas esperando você.”
Obviously, I love you.  

“Então, ele apareceu. Ele apareceu na minha vida de mansinho. Eu apareci na vida dele devagarinho. Nós aparecemos na vida um do outro, sem pedir nada, sem cobrar nada, sem dizer nada. Depois, as palavras. Elas, que me seduzem. Elas, que me envolvem. Elas, que me aproximam. Foram as palavras que me aproximaram dele. E foram elas que me conduziram até o amor da minha vida. Entre uma palavra e outra, uma inquietação. Entre uma inquietação e outra, a curiosidade. Entre uma curiosidade e outra, um medo. Será? Entre um será e outro, um relâmpago chamado coragem. Fui. Ele veio. Nós fomos. Daquele dia em diante, não ficamos um dia sequer sem nos falarmos, seja por telefone, e-mail, mensagem, telepatia. Entre uma conversa e outra, um sentimento. Entre um sentimento e outro, o amor e, com ele, a definição. Sim. Sim. Sins.”
Clarissa Corrêa   

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